domingo, 31 de janeiro de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
D. Lindu
domingo, 3 de janeiro de 2010
Receita de Ano Novo...
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Para você ganhar belíssimo Ano Novo
Para você ganhar belíssimo Ano Novo
Cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(Mal vivido talvez ou sem sentido)
Para você ganhar um ano não apenas pintado de novo,
Remendado às carreiras, mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
Novo até no coração das coisas menos percebidas
(A começar pelo seu interior)
Novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
Mas com ele se come, se passeia, se ama, se compreende, se trabalha...
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Você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
Não precisa expedir nem receber mensagens
(Planta recebe mensagens? Passa telegramas?)
Não precisa fazer lista de boas intenções para arquivá-las na gaveta.
Não precisa fazer lista de boas intenções para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido pelas besteiras consumidas
Nem parvamente acreditar que por decreto de esperança
A partir de janeiro as coisas mudem
E seja tudo claridade, recompensa, justiça entre os homens e as nações,
Liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
Direitos respeitados,
Começando pelo direito augusto de viver.
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Para ganhar um Ano Novo que mereça este nome,
Para ganhar um Ano Novo que mereça este nome,
Você, meu caro, tem de merecê-lo,
Tem de fazê-lo novo,
Eu sei que não é fácil,
Mas tente, experimente, consciente.
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É dentro de você que o Ano Novo cochila
E espera desde sempre.
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Na base do beijo...
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Meu Bi...
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Composição: Angela Ro Ro e Ana Terra
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Amor, meu grande amor
Amor, meu grande amor
Não chegue na hora marcada
Assim como as canções
Como as paixões
E as palavras...
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Me veja nos seus olhos
Me veja nos seus olhos
Na minha cara lavada
Me venha sem saber
Se sou fogo
Ou se sou água...
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Amor, meu grande amor
Amor, meu grande amor
Me chegue assim
Bem de repente
Sem nome ou sobrenome
Sem sentir
O que não sente...
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Pois tudo o que ofereço
Pois tudo o que ofereço
É, meu calor, meu endereço
A vida do teu filho
Desde o fim, até o começo...
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Amor, meu grande amor
Amor, meu grande amor
Só dure o tempo que mereça
E quando me quiser
Que seja de qualquer maneira...
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Enquanto me tiver
Enquanto me tiver
Que eu seja
O último e o primeiro
E quando eu te encontrar
Meu grande amor
Me reconheça...
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"Obrigada por esses momentos divinos, fortes, sinceros e inesquecíveis de cada dia, cada momento".
"Obrigada por esses momentos divinos, fortes, sinceros e inesquecíveis de cada dia, cada momento".
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Te amo, meu Bi!
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domingo, 13 de dezembro de 2009
O efêmero...
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O Presente Suportável
Todos nós nascemos na Arcádia, todos viemos ao mundo cheios de pretensões de felicidade e prazer, e conservamos a insensata esperança de fazê-las valer, até ao momento em que o destino nos aferra bruscamente e nos mostra que nada é nosso, mas tudo é dele, uma vez que ele detém um direito incontestável não apenas sobre as nossas posses e os nossos ganhos, mas também sobre os nossos braços e as nossas pernas, os nossos olhos e os nossos ouvidos, e até mesmo sobre o nosso nariz no centro do rosto.
A experiência vem em seguida e ensina-nos que a felicidade e o prazer não passam de uma quimera, mostrada à distância por uma ilusão, enquanto que o sofrimento e a dor são reais e manifestam-se directamente por si só, sem a necessidade da ilusão e da espera.
Se o seu ensinamento se mostra frutífero, deixamos de procurar a felicidade e o prazer e passamos a preocupar-nos apenas em fugir ao máximo do sofrimento e da dor.
Reconhecemos que o melhor que o mundo nos pode oferecer é um presente suportável, tranquilo e sem dor; se isso nos é dado, sabemos apreciá-lo e cuidamos bem para não o estragar ansiando sem trégua alegrias imaginárias ou preocupando-nos temerosos com um futuro sempre incerto que, a despeito dos nossos esforços, depende totalmente do destino.
Reconhecemos que o melhor que o mundo nos pode oferecer é um presente suportável, tranquilo e sem dor; se isso nos é dado, sabemos apreciá-lo e cuidamos bem para não o estragar ansiando sem trégua alegrias imaginárias ou preocupando-nos temerosos com um futuro sempre incerto que, a despeito dos nossos esforços, depende totalmente do destino.
Além disso: por que haveria de ser insensato preocupar-se sempre em usufruir ao máximo o presente único e seguro, se a vida inteira não passa de um fragmento maior do presente e como tal é absolutamente efémera?
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Arthur Schopenhauer, in 'A Arte de Ser Feliz'
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A vida é tão rara...
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Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não pára...
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Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora, vou na valsa
A vida é tão rara...
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Enquanto todo mundo espera a cura do mal
Enquanto todo mundo espera a cura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência...
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O mundo vai girand cada vez mais veloz
O mundo vai girand cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...
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Será que é tempo que lhe falta prá perceber?
Será que é tempo que lhe falta prá perceber?
Será que temos esse tempo prá perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...
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Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Mesmo quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não pára
A vida não pára não...
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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Medo...

To com medo!
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Já perdi tantas coisas na minha vida... tantas coisas...
Um medo ameaçador, de que não consigo controle.
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Um medo de perder o que amo.
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Medo de ver a vida passar sentada na cadeira de praia.
Medo de saber que nada é para sempre,
Que a vida tem suas escolhas.
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To com medo dessa voz interna gritando por mais vida, mais saúde
Por essa preocupação exaustiva que assusta.
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Que me define e redefine, que me impulsiona.
Pode ser fatal.
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terça-feira, 8 de dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Afff...
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Composição: Vitor Martins e Sueli Costa
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Ontem de manhã quando acordei
Ontem de manhã quando acordei
Olhei a vida e me espantei
Eu tenho mais de 20 anos
E eu tenho mais de mil perguntas sem respostas
E eu tenho mais de mil perguntas sem respostas
Estou ligada num futuro blue
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Os meus pais nas minhas costas
Os meus pais nas minhas costas
As raizes na marquise
Eu tenho mais de vinte muros
O sangue jorra pelos furos pelas veias de um jornal
Eu não te quero
Eu te quero mal
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Essa calma que inventei, bem sei
Essa calma que inventei, bem sei
Custou as contas que contei
Eu tenho mais de 20 anos
E eu quero as cores e os colirios
E eu quero as cores e os colirios
Meus delirios
Estou ligada num futuro blue
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quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Ah, o amor...

O amor...
Ah, o amor...
O amor quebra barreiras,
une facções,
destrói preconceitos,
cura doenças...
Não há vida decente sem amor!
E é certo,
quem ama, é muito amado.
E vive a vida mais alegremente..
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Artur da Távola
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Dia de luz, festa do sol...
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Composição: Roberto menescal/Ronaldo Boscoli
Composição: Roberto menescal/Ronaldo Boscoli
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Dia de luz, festa de sol
Dia de luz, festa de sol
E o barquinho a deslizar
No macio azul do mar
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Tudo é verão, o amor se faz
Num barquinho pelo mar
Desliza sem parar...
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Sem intenção, nossa canção
Vai saindo desse mar e o sol
Beija o barco e luz
Dias tão azuis
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Volta do mar, desmaia o sol
E o barquinho a deslizar
E a vontade é de cantar
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Céu tão azul, ilhas do sul
O barquinho é o coração
Deslizando na canção
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Tudo isso é paz, tudo isso traz
Uma calma de verão
E então
O barquinho vai, a tardinha cai
O barquinho vai, a tardinha cai
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terça-feira, 3 de novembro de 2009
Nem se eu bebesse o mar...
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
O paradoxo do nosso tempo...
Nós bebemos demais, gastamos sem critérios.Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
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Nós amamos raramente, e odiamos freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver.
Adicionamos anos à nossa vida, e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas não cruzamos a rua pra encontrar um novo vizinho.
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Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma;
Dominamos o átomo, mas não nosso preconceito;
Escrevemos mais, mas aprendemos menos;
Planejamos mais, mas realizamos menos.
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Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores, mas nos comunicamos cada vez menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta;
Tempo do homem grande de caráter pequeno;
Dos lucros acentuados e relações vazias.
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Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis.
Dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas".
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar em “delete”.
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Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama,
pois elas não estarão por aqui para sempre.
Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo,
pois não lhe custa um centavo sequer.
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Lembre-se de dizer "eu te amo" à sua esposa (o) e às pessoas que ama.
Mas em primeiro lugar, se ame... se ame muito e a Deus sobre todas as coisas.
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.
Por isso, valorize sua família e as pessoas que fazem parte de sua vida.
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George Carlin
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(Nova Iorque, 12 de maio de 1937 — 22 de junho de 2008) foi um comediante, ator e autor norte-americano, pioneiro, com Lenny Bruce, no humor de crítica social.
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terça-feira, 27 de outubro de 2009
Uh que beleza...

Imunização Racional (Que Beleza)
Uh uh uh que beleza!!!
...
Que beleza é sentir a natureza,
ter certeza pra onde vai e de onde vem.
Que beleza é linda pureza,
e sem medo destinquir o mau e o bem.
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Uh uh uh que beleza
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Que beleza é saber seu nome
sua origem, seu passado e seu futuro.
Que beleza conhecer o desencanto
e ver tudo bem mais claro no escuro
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Uh uh uh que beleza
...
Abra a porta e vai entrando
felicidade vai brilhar no mundo
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Tim Maia
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