terça-feira, 24 de março de 2009

A gente ser feliz...


"Me ensina a não andar com os pés no chão
Para sempre é sempre por um triz
Ah, diz quantos desastres tem na minha mão
Diz se é perigoso a gente ser feliz".
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Beatriz - Chico Buarque
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quarta-feira, 18 de março de 2009

Sementes...



"A neve e as tempestades matam as flores,

mas nada podem contra as sementes."

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Gibran Khalil Gibran

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Cansei de carregar...



A Jaca é sua

O pé de Jaca é seu

To te devolvendo

Uma a uma, todas elas

Cansei de carregá-las sozinha

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Deixe viver...

"Não me deixe viver o que posso
Que me seja permitido
Desaprender os limites".
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Fabrício Carpinejar
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Sonhando em te encontrar...


"Meu coração
Sem direção
Voando só por voar
Sem saber onde chegar
Sonhando em te encontrar
E as estrelas
Que hoje eu descobri
No seu olhar
As estrelas vão me guiar"...
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Ivete Sangalo
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sábado, 14 de março de 2009

Confiando em Deus...

"Quanto a mim,
Continuo confiando em Deus.
Ele sempre me dá o melhor".
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Rimas...

"Mora na filosofia
Pra que rimar amor e dor".
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(Caetano Veloso)
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Quem sabe sonhavas meus sonhos por fim...


Não sei andar sozinho

Por essas ruas

Sei do perigo que nos rodeia

Pelos caminhos

Não há sinal de sol

Mas tudo me acalma no seu olhar

Não quero ter mais sangue

Morto nas veias

Quero o abrigo do teu abraço

Que me incendeia

Não há sinal de cais

Mas tudo me acalma no seu olhar

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Cruzada - Beto Guedes (Tavinho Moura e Márcio Borges)

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Meu universo...

"Existe aqui uma mulher
Uma bruxa, uma princesa
Uma diva, que beleza!
Escolha o que quiser
Mas ande logo
Vá depressa
Nem se atreva
A pensar muito
O meu universo
Ainda despreza
Quem não sabe
O que quer..."
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Ana Cañas

Amor tranquilo...

"Eu quero a sorte de um amor tranqüilo
Com sabor de fruta mordida
Nós na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva
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Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia".
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Frejat/Cazuza
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terça-feira, 10 de março de 2009

A quem quer...

"A quem quer, nada é difícil".
(Volenti nihil difficile)
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Sentença Latina
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domingo, 8 de março de 2009

Comigo...

"Comigo é no parangolé!!!".
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Ilustre frase de minha avó Augusta
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Substantivo...



"Os adjetivos passam,

e os substantivos ficam".

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(Machado de Assis)

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Falto eu mesmo...


"Se só me faltassem os outros, vá; um homem consola-se mais ou menos das pessoas que perde; mas falto eu mesmo, e esta lacuna é... tudo".

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(Cap. 1 - "Do Livro", Dom Casmurro - Machado de Assis)

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Loucos...



"... a arte, a ciência e o poder atraem os loucos

como a luz atrai as mariposas".

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(Anônimo)

Absoluto...

"Mas, que diacho há de absoluto nesse mundo?"
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(Cap. CXLIV - "Utilidade relativa",
Memórias póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis)
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Ponto de vista...



"Tão certo é que a paisagem depende do ponto de vista,

e que o melhor mode de se apreciar o chicote é ter-lhe o cabo na mão".

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(Cap. XVIII - Quincas Borba, 1891 - Machado de Assis)

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sábado, 7 de março de 2009

Que foram aqueles olhos...

"Retórica dos namorados, dá-me uma comparação exata e poética para dizer o que foram aqueles olhos de Capitu. Não me acode imagem capaz de dizer, sem quebra da dignidade do estilo, o que foram e me fizeram. Olhos de ressaca*? Vá, de ressaca. É o que ne dá idéia daquela feição nova. Traziam não sei que fluido misterioso e enérgico, uma força que arratsava para dentro, como a vaga que se retira da praia, nos dias de ressaca. Para não ser arrastado, agarrei-me às outras partes vizinhas, às orelhas, aos braços, aos cabelos espalhados pelos ombros, mas tão depressa buscava as pupilas, a onda que saía delas vinha crescendo, cava e escura, ameaçando envolver-me, puxar-me e tragar-me".
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(Cap. XXXII - "Olhos de Ressaca", Dom Casmurro, 1899 - Machado de Assis)
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*Ressaca = recuo das ondas
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Adeus...



"A obra em sei mesmo é tudo: se te agradar, fino leitor, pago-me da tarefa; se te não agradar, pago-te com um piparote, e adeus".

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("Ao leitor", Memórias póstumas de Brás Cubas, 1881 - Machado de Assis)

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Iguaizinhos...



"Mas aqui está o que é: eu sou um pobre relojoeiro, que, cansado de ver que os relógios deste mundo não marcam a mesma hora, descri do ofício. A única explicação dos relógios era serem iguaizinhos, sem discrepancia: desde que discrepam, ficam-se sem saber nada, porque tão certo pode ser o meu relógio, como o do meu barbeiro".

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(Crônica de Bons dias!, 1888 - Machado de Assis)

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