domingo, 26 de outubro de 2008

Balanço das horas...



"E no balanço das horas tudo pode mudar"

(Metrô)

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Very very dúvidas...


Para que tantas interrogações?
De onde vieram todas elas?
Ei, xispa!
Sai pra lá!
Seria mais fácil viver no convencional

Sobre desejo...


Será que quero mesmo o que desejo tanto?

Afinal...

Afinal, o que eu quero?


quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Eu sei quem és para mim

(Gustav Klimt Love, 1895
Liebe Oil on canvas, 60 x 44 cm
Vienna, Historisches Museum)

Haja o que houver
eu estou aqui
haja o que houver
espero por ti

volta no vento
ó meu amor
volta depressa
por favor

há quanto tempo
já esqueci
porque fiquei
longe de ti

cada momento
é pior
volta no vento
por favor
eu sei,

eu sei
quem és para mim

haja o que houver
espero por ti

Madredeus - Haja o que houver

Ah, o amor...




Amor é fogo que arde sem se ver,

é ferida que dói, e não se sente;

é um contentamento descontente,

é dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;

é um andar solitário entre a gente;

é nunca contentar-se de contente;

é um cuidar que ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade;

é servir a quem vence, o vencedor;

é ter com quem nos mata, lealdade.

Mas como causar pode seu favor

nos corações humanos amizade,

se tão contrário a si é o mesmo Amor?

Luís Vaz de Camões

Ao longe o mar... Madre Deus


Porto calmo de abrigo
De um futuro maior
Inda não está perdido
No presente temor

Não faz muito sentido
Já não esperar o melhor
Vem da névoa saindo
A promessa anterior

Quando avistei
Ao longe o mar
Ali fiquei
Parada a olhar

Sim, eu canto a vontade
Canto o teu despertar
E abraçando a saudade
Canto o tempo a passar

Quando avistei
Ao longe o mar
Ali fiquei
Parada a olhar

Quando avistei
Ao longe o mar
Sem querer deixei-me
Ali ficar

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

O Universo conspira...


Eu acho que vou fechar minha boquinha!

Gente, e não é que é verdade que o Universo conspira...

Eu hein... se penso, se falo, acontece...

To com medo da minha santa boca


domingo, 19 de outubro de 2008

Luca Mundaca



Outro dia, eu estava ouvindo a rádio www.smoothlounge.com/ da Califórnia, (ouço quase todos os dias no trabalho) ouvi uma voz brasileira maravilhosa, de avelã. Veja a pesquisa: (Falando nisso, esta rádio é maravilhosa e tem outra especial em jazz tb, a www.smoothjazz.com).

Sobre Luca Mundaca: "Lucas Mundaca é um exemplo clássico de um talento que merece maior reconhecimento. Abençoado som envolvente, doce, musicalidade impressionante, a paixão de sua rítmica brasileira, raízes... ela é um talento e cantando canções que deveriam ser muito mais amplamente ouvidos." -Don Heckman, no LA Times.
Mundaca é uma artista nascida no Chile, mas viveu em São Paulo, Brasil. Sua voz tem sido comparada à de Maria Rita, Adriana Calcanhoto e Marisa Monte por algumas pessoas no topo da indústria da música. Luca gravado seu álbum "Dia a Dia", no Rio de Janeiro. Duas canções fora deste álbum pode ser encontrado em compilações Putumayo World Music "Brazilian Lounge" e "Mulheres do Mundo Acústico". Com sua canção "Ha Dias", Luca ganhou o primeiro lugar no Independent Music Awards 2007 na categoria World Fusion. "Ha Dias" também foi licenciado para exibição mostrar "Californication" e do filme "O visitante", que está agendado para lançamento em março de 2008.
Olha música boa aí, minha gente!

sábado, 18 de outubro de 2008

Série: Bonequinhas de Luxo II









"Essa boneca tem manual, meu bem".
(Vanessa da Mata)

Série: Bonequinhas de Luxo




"Porque nem toda Feiticeira é corcunda
Nem toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho que muito homem".
(Rita Lee)


O que me convém...


"Tudo me é permitido,

mas, nem tudo me convém".

(I Co 10, 23) São Paulo

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Felicidade...


Mas, o que é ser feliz?


segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Procura...


"O que o homem superior procura está em si mesmo".


Lao Tsé

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Lugar de lixo é no lixo...

Incrível como temos dificuldade de colocar algumas coisas nos seus devidos lugares
Acho que no nosso coração deveríamos ter lixeiras de separação
Lixeiras recicláveis ou não
Lixeiras de plásticos, para coisas que são elásticas, moles, que podemos considerar, refazer
Lixeiras de vidros para coisas muito sensíveis, que cortam, quebram, que precisam de cuidado
Lixeiras de papéis para coisas que amassam, se desfazem, pegam fogo
Lixeiras de orgânicos para coisas que apodrecem, nos fazem mal, que estão passadas do tempo
Quanto a mim
ME CANSEI DE APOSTAR MINHAS FIXAS COM LIXOS CONSTANTES
Vou gostar de mim
E de quem gosta de mim
O resto
É resto
Vixi, deve ir para o lixo!

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Procura-se um amigo... Vinícius de Moraes


Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimentos, basta ter coração.

Precisa saber falar e calar, sobretudo saber ouvir.

Tem que gostar de poesia, de madrugada, de pássaro, de sol, da lua, do canto, dos ventos e das canções da brisa.

Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor..

Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo.

Deve guardar segredo sem se sacrificar.
Não é preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de segunda mão.

Pode já ter sido enganado, pois todos os amigos são enganados.

Não é preciso que seja puro, nem que seja todo impuro, mas não deve ser vulgar.

Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa.

Tem que ter ressonâncias humanas, seu principal objetivo deve ser o de amigo.

Deve sentir pena das pessoa tristes e compreender o imenso vazio dos solitários.

Deve gostar de crianças e lastimar as que não puderam nascer.
Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos, que se comova, quando chamado de amigo.

Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de grandes chuvas e das recordações de infância.

Precisa-se de um amigo para não se enlouquecer, para contar o que se viu de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade.

Deve gostar de ruas desertas, de poças de água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim.
Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo.

Precisa-se de um amigo para se parar de chorar.

Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas.

Que nos bata nos ombros sorrindo ou chorando, mas que nos chame de amigo, para ter-se a consciência de que ainda se vive.


terça-feira, 7 de outubro de 2008

Não vou me adaptar


Eu não caibo mais

Nas roupas que eu cabia

Eu não encho mais

A casa de alegria

Os anos se passaram

Enquanto eu dormia

E quem eu queria bem

Me esquecia...


Será que eu falei

O que ninguém ouvia?

Será que eu escutei


O que ninguém dizia?

Eu não vou me adaptar

Me adaptar...


Eu não tenho mais

A cara que eu tinha

No espelho essa cara

Não é minha

Mas é que quando

Eu me toquei

Achei tão estranho

A minha barba estava

Desse tamanho...


Será que eu falei

O que ninguém ouvia?

Será que eu escutei

O que ninguém dizia?

Eu não vou me adaptar

Me adaptar...

Não vou! Me adaptar!

Me adaptar!Não vou!

Me adaptar!Não vou!

Me adaptar!...


Titãs

Vida... Chico Buarque


Vida, minha vida

Olha o que é que eu fiz

Deixei a fatia

Mais doce da vida

Na mesa dos homens

De vida vazia

Mas, vida, ali

Quem sabe, eu fui feliz



Vida, minha vida

Olha o que é que eu fiz

Verti minha vida

Nos cantos, na pia

Na casa dos homens

De vida vadia

Mas, vida, ali

Quem sabe, eu fui feliz



Luz, quero luz,

Sei que além das cortinas

São palcos azuis

E infinitas cortinas

Com palcos atrás

Arranca, vida

Estufa, veia

E pulsa, pulsa, pulsa,

Pulsa, pulsa mais



Mais, quero mais

Nem que todos os barcos

Recolham ao cais

Que os faróis da costeira

Me lancem sinais

Arranca, vida

Estufa, vela

Me leva, leva longe

Longe, leva mais



Vida, minha vida

Olha o que é que eu fiz

Toquei na ferida

Nos nervos, nos fios

Nos olhos dos homens

De olhos sombrios

Mas, vida, ali

Eu sei que fui feliz




segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Alívio imediato


Engenheiros do Hawaii


O melhor esconderijo, a maior escuridão

Já não servem de abrigo, já não dão proteção

A Líbia bombardeada, a libido e o ví­rus

O poder, o pudor, os lábios e o batom


Que a chuva caiaComo uma luva

Um dilúvio

Um delírio

Que a chuva traga

Alívio imediato


Que a noite caia

De repente caia

Tão demente

Quanto um raio

Que a noite traga

Alí­vio imediato


Há espaço pra todos, há um imenso vazio

Nesse espelho quebrado por alguém que partiu

A noite cai de alturas impossi­veis

E quebra o silêncio e parte o coração

Há um muro de concreto entre nossos lábios

Há um muro de Berlin dentro de mim

Tudo se divide, todos se separam

Duas Alemanhas, duas Coréias

Tudo se divide, todos se separam


Que a chuva caia

Como uma luva

Um dilúvio

Um delírio

Que a chuva traga

Alívio imediato

Que a noite caia

De repente caia

Tão demente

Quanto um raio

Que a noite traga

Alí­vio imediato


Ufa!!!


Tudo isso!!!

Todo sobre mi madre...


Você era tudo pra mim

Tudo o que eu tinha de bom

Intensidade, força, beleza e garra


Vida e dor tão mesclados

Tão lindos e tão assustadores ao mesmo tempo


O que me importa é o que tenho de melhor

Que veio de você

Seu sorriso, seu carinho

Sua vida, sua intensidade


Como disse a frase abaixo neste blog sobre a perfeição

Ela não existe

Você não existia


Seu olhar, suas mãos, sua pele branca

Seus cabelos, seu peito

Mãos quentes

Tudo se foi

E eu fiquei


Mãe!


Comer estrelas?


Vero
Maria Rita

O que se vê é vero

o teu sabor eu quero

mas nem só beleza eu vi


Vi cidades degradadas

pessoas desamparadas

nas grades da solidão


Fogo nos campos nas matas

queima de arquivo nas praças

chovia nas ruas do meu coração


O que se vê é vero

o teu sabor eu quero

mas nem só beleza eu vi


Vi cidades turbulentas

chacinas sanguinolentas

pensei que morava nas terras do mal


Choro dos filhos, maldades

fora dos trilhos, cidades

pensei que sonhava e era tudo real


O que se vê é vero

o teu sabor eu quero

e a tua beleza eu vi


Vi uma estrela luzindo

a minha porta bateu

querendo me namorar

lua cheia clareava

imaginei que sonhava e era tudo real


Ninguém mais coça bicho de pé

nem ninguém caça mais arrastapé

vida é assim é o que é


Sobre a perfeição...


"Adoramos a perfeição, porque não a podemos ter;

repugna-la-íamos, se a tivéssemos.

O perfeito é desumano, porque o humano é imperfeito".


fernando pessoa, segundo o site

Arte de conviver... Mário Quintana


A arte de viver é simplesmente a arte de conviver ... simplesmente, disse eu?

Mas como é difícil!




O engano... por Alfonsina Storni


Sou tua, Deus sabe porque, já que compreendo

Que haverás de abandonar-me, friamente, amanhã,

E que sob o encanto dos meus olhos, ganha

Outro encanto o teu desejo, mas não me defendo.



Espero que qualquer dia isto acabe

Pois advinho, na hora, o que pensas ou queres.

Com voz indiferente te falo de outras mulheres

E até tenho o elogio de alguma que foi tua.



Mas tu sabes mesno que eu, e um tanto orgulhoso

De que eu te pertença, em teu jogo enganador

Persistes, com ar de ator dono do papel.



Eu te olho calada com meu sorriso duplo,

E quando te enstusiasmas, penso: não te apresses,

Não és tu que me enganas, quem me engana é meu sonho".





Alfonsina Storni 1982-1938

Poetisa, nascida na Europa, que imigrou com seus pais para a Argentina





domingo, 5 de outubro de 2008

Ensaio sobre a cegueira...


O vencedor do Prêmio Nobel de literatura, José Saramago, e o aclamado diretor Fernando Meirelles (O Jardineiro Fiel, Cidade de Deus) nos trazem a comovente história sobre a humanidade em meio à epidemia de uma misteriosa cegueira. É uma investigação corajosa da natureza, tanto a boa como a má - sentimentos humanos como egoísmo, oportunismo e indiferença, mas também a capacidade de nos compadecermos, de amarmos e de perseverarmos.

O filme começa num ritmo acelerado, com um homem que perde a visão de um instante para o outro enquanto dirige de casa para o trabalho e que mergulha em uma espécie de névoa leitosa assustadora. Uma a uma, cada pessoa com quem ele encontra - sua esposa, seu médico, até mesmo o aparentemente bom samaritano que lhe oferece carona para casa terá o mesmo destino. À medida que a doença se espalha, o pânico e a paranóia contagiam a cidade. As novas vítimas da "cegueira branca" são cercadas e colocadas em quarentena num hospício caindo aos pedaços, onde qualquer semelhança com a vida cotidiana começa a desaparecer.

Dentro do hospital isolado, no entanto, há uma testemunha ocular secreta: uma mulher (JULIANNE MOORE, quatro vezes indicada ao Oscar) que não foi contagiada, mas finge estar cega para ficar ao lado de seu amado marido (MARK RUFFALO). Armada com uma coragem cada vez maior, ela será a líder de uma improvisada família de sete pessoas que sai em uma jornada, atravessando o horror e o amor, a depravação e a incerteza, com o objetivo de fugir do hospital e seguir pela cidade devastada, onde eles buscam uma esperança.
A jornada da família lança luz tanto sobre a perigosa fragilidade da sociedade como também no exasperador espírito de humanidade. O elenco conta com: Julianne Moore (Longe do Paraíso, As Horas), Mark Ruffalo (Zodíaco, Traídos Pelo Destino), Alice Braga (Eu Sou a Lenda, Cidade de Deus), Yusuke Iseya (Sukiyaki Western Django, Kakuto) Yoshino Kimura (Sukiyaki Western Django, Semishigure), Don McKellar (Monkey Warfare, Childstar), Maury Chaykin (Verdade Nua, Adorável Julia), Danny Glover (Dreamgirls - Em Busca de Um Sonho, A Cor Púrpura) e Gael García Bernal (Babel, Diários de Motocicleta, E Sua Mãe Também).





http://www.ensaiosobreacegueirafilme.com.br/



Quem não gostar é porque não entendeu!






De tanto caminhar já me perdi...


Cheguei a meio da vida já cansada

De tanto caminhar! já me perdi!

Dum estranho país que nunca vi

Sou neste mundo imenso a exilada.


Tanto tenho aprendido e não sei nada.

E as torres de marfim que construí

Em trágica loucura as destruí

Por minhas próprias mãos de malfadada!


Se eu sempre fui assim este mar morto:

Mar sem marés, sem vagas e sem porto

Onde velas de sonhos se rasgaram!

Caravelas doiradas a bailar...

Ai quem me dera as que eu deitei ao mar!

As que eu lancei à vida, e não voltaram!...



(caravelas - mariza)

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Dois tipo de mulheres por Pablo Picasso...



"Para mim só há duas espécies de mulheres: as deusas e os capachos."
(Pablo Picasso)

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Sobre as coisas que nos acontecem...


Há muitas coisas que nos aborrecem no dia-a-dia. Há muitas mesmo! A nossa postura em relação a elas é que dá todo o tom, o diferencial.
Aprendizado nunca é demais. Por mais que pareça, num primeiro momento, muito doloroso, impossível de transpô-lo, sempre há algo detrás da vidraça embaçada.
Tudo nesta vida passa: glórias, poder, carreira, dinheiro, pessoas, bens, etc, etc,e tc. Penso hoje, depois de tantos tombos que já levei, que a vida é um grande jogo, onde ora se perde e ora se ganha. Seria muita pretensão nossa querer ganhar o tempo todo. Mas, infelizmente, nos esquecemos disto e vamos vivendo em descontentamentos e lamentações sem fim. Estranho, como tudo o que queremos logo perde a graça quando o alcançamos. Impressionante! E isso começa na nossa amamentação. Queremos o leite, mas quando ele vem, perde a graça. Vejo por uma amiga que me disse que seu bebê apenas quer brincar com seu seio, ficar por ali, mesmo sem sugar como antes fazia. Será que este bebê já aprendeu que as coisas que alcança perdem a graça? Será que existe um, pelo menos um ser humanos satisfeito nesta terra?
O que as pessoas mais cobram em nós é o que elas mais se cobram. Já percebeu isto? É aquela questão de identificação, de projeção que acomete a todos os seres humanos. Por isso, tal pessoa me irrita tanto: o que tenho de pior em mim, ela tem também.
Estes dias vi num blog de uma amiga a seguinte frase: “O mundo é um manicômio”. Eu penso que os verdadeiros “loucos” somos nós que fingimos o tempo todo, que não dizemos o que pensamos, que nos comedimos, que postergamos sonhos, esperanças. Gente! Os chamados loucos são quem vivem por inteiro: pois, se acreditam que são deuses, o são de fato, se portam como, se comunicam como. Nós, “normais” pelo contrário, fazemos de conta que somos um monte de coisa para os outros, mas no fundo sabemos da nossa realidade, nosso limite. Esta é a grande diferença: não acreditamos em quem somos, no nosso potencial, na força realizadora e criativa que possuímos desde o dia que inspiramos o ar pela primeira vez.
Que pena! Tanta força, energia mal direcionada. Mas, ainda dá tempo. O tempo é nosso. Tenho medo de perdê-lo.
Talvez o ideal é mesmo viver unicamente, intensamente, tudo, hoje, nunca amanhã.
A hora é agora.